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terça-feira, 24 de julho de 2018
segunda-feira, 23 de abril de 2018
AQUELES GIBIS DE VIDEOGAME
Por Agente CTS
Olá manos e minas, tem algum bom
sebo perto da casa de vocês?
Se você foi criança ou
adolescente nos anos 90 e gostava de ler quadrinhos provavelmente deve ter lido
alguma coisa baseada em games. Desta vez vou falar de alguns desses gibis que
li na minha adolescência... e de um que li recentemente. Hora daquele delicioso
gostinho de nostalgia!
Quando eu tinha
12 anos eu sonhava em ter um videogame. Era louco para jogar Street Fighter,
mas não tinha acesso aos jogos. O jeito era me satisfazer com desenhos
animados, filmes com o Van Damme... e com quadrinhos.
Os primeiros quadrinhos de Street
Fighter que li foi um material produzido pela Norte Americana Malibu Comics e traduzida
aqui no Brasil pela editora Escala. Era uma história mais realista, com uma
trama envolvendo mortes, amores impossíveis, vingança e luta pela honra. Eu estranhei
um pouco no começo, mas como era Street Fighter eu acabei gostando. Esse
material foi cancelado nos EUA na terceira edição, mas no Brasil vendeu bem,
então a editora Escola resolveu contratar artistas nacionais para produzir mais
material. Esses quadrinhos produzidos aqui me agradaram muito mais, pois tinham
um clima bem mais leve, focado na aventura e na ação.
Nessa mesma época eu também
conheci o Capitão Ninja na revista Gamers. Este personagem protagonizava
histórias onde seu criador Marcelo Cassaro satirizava os games. Depois ele
ganhou sua própria revista chamada “Aventuras do Capitão Ninja”. Eu tenho uma
edição de cada, com histórias satirizando os games Alien 3 e Jurassic Parck.
Em 1997 eu ganhei meu SNES e meu
amigo de infância ganhou um Mega Drive, mas mesmo assim continuei consumindo
esses quadrinhos. Eu comprei um almanacão do Sonic que era meio infantil,
baseado no desenhado animado. Fiquei um pouco decepcionado com o material, mas
pelo menos na última história ele virava o Super Sonic e tinha cenas de ação e
aventura. Nessa época comprei algumas edições de “Novas Aventuras de Megaman”,
que também não era fiel aos jogos, mas eu gostava da ação e do humor. Depois
foi lançado aquele que considero o melhor quadrinho baseado em games que já li:
a mini séria Street Fighter Zero 3, com roteiros do meu ídolo Marcelo Cassaro (o
mesmo do Capitão Ninja) e desenhos da minha mestra Erica Awano.
No carnaval deste ano eu resolvi
dar uma revirada no meu baú de quadrinhos e acabei encontrando, bem lá no
fundo, um tesouro perdido: um item mágico capaz de voltar no tempo,
especificamente para a época em que eu tinha 12 anos de idade. Ele tinha a forma
de um formatinho do Mortal Kombat: U. S. ESPECIAL FORCES. A edição tem aquele
estilão Image Comics com uma história completa focada em Sonya, Jax e uma
equipe militar bem no estilo dos anos 90. Comprei esse formatinho em um sebo há
mais de 15 anos e ainda nem tinha aberto o saquinho. Não resisti e levei ele
para a matinê, onde fui com minha filha e minha esposa, e acabei tendo um dos
melhores carnavais da minha vida enquanto era tomado pela nostalgia.
Agora que tal você relembrar
quais desses quadrinhos você leu? E que tal também você ler alguns deles? Com
sorte você viajará de volta no tempo e sentirá o gostinho da nostalgia tomando
conta de você também.
terça-feira, 3 de abril de 2018
TIRINHAS COM ALUNOS #6 POR AGENTE DPC
PESSOAL ESSAS SÃO AS DUAS ULTIMAS TIRINHAS QUE PRODUZIMOS NAS AULAS
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO.
ATÉ A PRÓXIMA.
Autor Diego Santiago
domingo, 18 de março de 2018
PAPERGIRLS
Por Agente DPC
Iae pessoal, tudo na paz?
Li esse quadrinho paper girls e gostei. É um quadrinho muito legal de ler. Ele é bem nostálgico, lembra um pouco os Goonies e também Stranger Things (PaperGirls veio antes de Stranger Things).
Escrita por Brian K. Vaughan
Desenhado por Cliff Chiang
Colorida por Matt Wilson
O quadrinho conta a historia de quatro garotas que tem em media 12 anos e são entregadoras de jornal. Na madrugada logo depois do dia das bruxas elas saem para fazer seu trabalho, mas começam a ver algumas pessoas estranhas agindo e falando de forma estranha.
Logo no começo vemos a personagem Erin Tiang passando por uma situação esquisita que não vou falar o que é para não dar spoiler.
Depois desse episodio ela vai fazer seu trabalho e logo encontra alguns garotos que tentam se aproveitar dela mas ai aparecem outras três entregadoras de jornal, Mac, KJ e Tiffany que a ajudam. Erin começa a andar junto delas e a partir daí a historia começa a se desenrolar.
Esse quadrinho é nostálgico porque lembra muito os exemplos que falei no começo e porque se passa nos anos 80. É aquela ideia de um grupo de crianças e adolescentes que vivem uma aventura, uma coisa que eles talvez nunca pensassem que viveriam. A diferença é que no quadrinho o grupo é composto só de meninas.
Outra coisa legal é a coloração das páginas. Não tem ali uma mistura de cores vivas. É uma coloração mais escura puxada pra um azulado e um roxo dando assim mais peso pra historia. Leiam porque é divertido, mas tenham paciência porque tem continuação e já fiquei sabendo que a editora Devir não é muito rápida para publicar sequências. E isso é ruim porque a historia acaba deixando um guancho enorme para a sequência.
quinta-feira, 8 de março de 2018
UM PEQUENO ASSASSINATO
Por Agente DPC
Iae pessoal, tudo na paz?
Hoje vou falar desse quadrinho que li na data desta postagem do grande mestre dos roteiros Alan Moore e o desenhista Oscar Zárate.
Esse quadrinho foi publicado em 1991, mas a editora pipoca e nanquim lançou oficialmente aqui no Brasil no dia 12 de novembro de 2017.
O que posso dizer de inicio é que é inegável a maestria de Alan Moore nos roteiros. Esse em específico tem o intuito de fazer o leitor refletir sobre sua vida, seu passado. O quadrinho conta a historia de Timothy Hole que trabalha com propagandas e tem que fazer uma propagando de um refrigerante para a Russia. Ele fica pensando nisso quando de repetente começa a acontecer coisas com ele que o deixam inquieto. E a historia vai te levando junto com ele nessa crescente preocupação. Algumas situações o levam a relembrar seu passado e parece que ele vai fazendo uma regressão até chegar no ponto onde tem que encarar seu problema.
Para ser sincero, em alguns pontos da leitura me vi relembrando de alguns erros que já cometi para tentar encarar e resolver isso rsrs muito legal esse tipo de quadrinho que te faz pensar. Então pra quem curte o gênero é uma ótima leitura.
O quadrinho vem em capa dura com um pouco mais de 100 páginas.
Mas apesar de ter me feito pensar esse não é o estilo de quadrinhos que gosto de ler. Parece que a maior parte do quadrinho é um monólogo. O leitor vai acompanhando os pensamentos do personagem e as vezes ele interage com alguém. A historia é um pouco difícil de entender (ainda bem que ao final tem algumas explicações) e o estilo do desenho também não me agradou muito, por mais que seja um estilo único. Mas enfim, isso não tira a credibilidade do quadrinho, até porque eu disse que não gosto muito, mas isso não torna o quadrinho ruim. E pra quem é fã do Alan Moore ou pra quem gosta desse gênero é muito bom. Vale a leitura.
segunda-feira, 5 de março de 2018
MINHA PAIXÃO PELO MANGÁ
Por Agente CTS
Em 1994 eu conheci Cavaleiros do
Zodíaco e fique muito fã do anime. Depois também fui atraído por Shurato,
Samurai Warriors, entre outros. Alguns games desenhados no estilo mangá (The
King of Fighters, Megaman, Street Fighter Zero...) também me deixavam encantado,
mas tudo isso foi apenas um flerte.
Em 1999 eu me apaixonei pelo
mangá quando comecei a assistir Yu Yu Hakusho. Na época eu era um adolescente
revoltado e imediatamente me identifiquei com Yusuke e Hiei. Isso me atraiu
para a história e para os outros personagens. Foi minha porta de entrada para o
universo fantástico dos mangás e animes.
Logo comecei a ir atrás de mais
coisas relacionadas com o mangá. No ano de 1999 o acesso a este tipo de
material era muito difícil, mas dava para encontrar coisas boas através dos
games e VHS nas locadoras. Nas bancas as opções eram meio escassas, mas tinha
uma revista que eu odorava chamada Animax. Também nessa época comprei várias
revistas de curso de desenho ensinando a desenhar mangá, começando assim a
treinar e estudar este estilo. Tenho guardados, até hoje, mangás originais em
japonês do Yu Yu Hakusho e do Megaman que comprei no bairro da Liberdade, em
São Paulo.
Hoje ainda sou fã de mangá, mas
aprecio de forma moderada. Até mesmo meu estilo de desenho deixou de ser 100%
mangá, pois agora tenho influencias de cartoons, e as vezes até uso um traço
mais acadêmico. Isso fica evidente quando comparo meus quadrinhos antigos com os
mais recentes. Depois que me tornei um quadrinista amador, passei a ler mais
mangás e praticamente parei de assistir animes (o último que assisti foi Your
Name, que eu acabei gostando).
Segue abaixo uma pequena lista
onde comento sobre algumas de minhas obras favoritas:
YU YU HAKUSO: Além dos motivos
que já citei, também fui cativado pelos personagens carismáticos, a história e,
pincipalmente, a dublagem da Rede Manchete. Esta obra me despertou o sonho de
ser um quadrinista. Este é um dos raros casos em que eu prefiro o anime ao
invés do mangá. Ao contrário da maioria, minha saga favorita é a última, que se
passa no Mundo das Trevas (Makai). Meu personagem favorito é o Hiei.
RUROUNI KENSHIN (SAMURAI X): eu acho
Kenshin um dos personagens mais fascinantes do universo dos mangás. Eu reli esta
obra várias vezes e este ano estou relendo novamente. Minha saga favorita é a
de Kyoto, que tem um roteiro recheado de personagens interessantes, conflitos
políticos e eventos empolgantes.
HOLY AVENGER: quadrinho
brasileiro escrito pelo meu ídolo Marcelo Cassaro e desenhado por minha mestra
Erika Awano. Considero uma das maiores obras da fantasia medieval, que é meu
gênero favorito. Além de ótimos personagens e história, o que mais me encanta
são as influências de RPG, já que a trama se passa no mundo de Tormenta. Este
cenário tem um imenso material de jogo, que também está presente na revista. É
outra obra que releio com frequência.
DRAGON BALL: também estou relendo
recentemente desde a primeira fase até a Z. Mesmo com meus 33 anos, ainda acho
uma obra divertida e muito criativa, com roteiros alucinantes.
NOVAS AVENTURAS DE MEGAMAN: um
quadrinho brasileiro que começou a ser publicado em 1996 e foi cancelado em 1998.
Ele revelou dezenas de artistas nacionais. Eu gosto muito desta obra por ter
roteiros divertidos e cheios de humor e, especialmente, por me mostrar que
brasileiro pode produzir quadrinhos de boa qualidade.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
OS AGENTES RECOMENDAM #5
DEMOLIDOR DE FRANK MILLER & KLAUS JANSON
Por Agente CTS
E aí manos e minas, beleza?
Desta vez estou escrevendo sobre meu
quadrinho favorito: Demolidor, de Frank Miller. Apesar do herói ter varias
obras feitas por este artista, vou abordar especificamente um arco de histórias
da revista Deredevil (titulo original nos EUA), que teve início na edição 168 e
foi finalizada na 191. Tudo começou quando Miller, que já desenhava a revista
em parceria com o arte-finalista Klaus Janson, assumiu o roteiro. Nessa ocasião
Miller introduziu Elektra, uma personagem criada por ele. Em seguida ele
acrescentou os vilões Mercenário e Rei do Crime. Junto com Demolidor, estes
três personagens formam o pilar destas histórias, focadas em um ambiente urbano
e sujo. Em 2016 esse material foi publicado pela Panini Comics em 3 volumes com
o titulo de Demolidor por Frank Miller e Klaus Janson.
Meu primeiro contato com estas histórias
foi em 2004. Nessa época meu irmão comprou os volumes que reunia todas as
edições deste arco no evento Fext Comix, em São Paulo. Eu dei uma folheada só
por curiosidade e logo a narrativa das páginas me impressionou. O modo como
Frank Miller trabalha os quadros passa a sensação de que as coisas estão se
movendo pela página. Combine isso com um grande roteiro e temos uma obra
mágica, que é a minha favorita no mundo dos quadrinhos. Percebi imediatamente
que aquilo era algo extraordinário e decidi saborear a obra devagar. Todos os
dias, depois do trabalho, eu lia duas edições. As vezes o gancho no final era
tão grande que eu não resistia e lia uma terceira edição na mesma hora. Fiquei
maravilhado com este quadrinho e costumo rele-la de tempos em tempos.
Esta obra é minha grande influência na
hora de planejar a narrativa dos meus quadrinhos. Recomendo ela a todos os fãs
da nona arte. Se você nunca leu, vale a pena ir atrás dela. Se já leu, o que
está esperando para aprecia-la novamente?
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
DICA DE LEITURA #6 POR MAIS UM DIA COM ZAPATA
Por Agente DPC
Iae pessoal, tudo na paz?
Eu fui na comic con de 2016, como já tinha dito antes. E lá, dentre outras coisas, comprei esse quadrinho publicado pela zapata edições, e produzido por Daniel Esteves, Alex Rodrigues e Al Stefano.
Esse quadrinho retrata a trajetória de Emiliano Zapata, líder dos guerrilheiros do sul, na revolução mexicana.
Confesso que quando vi esse quadrinho só comprei porque tinham haver com a revolução mexicana. Não me importei muito se a história ou a arte eram boas.
Sou formado em historia e no período da faculdade, lembro que fiz um trabalho sobre a revolução mexicana e esse foi o trabalho que mais me dediquei porque gostei muito do assunto. Gostei da forma como se deu a luta revolucionária. Como Zapata se portou durante todo esse período. E na minha opinião, tanto Emiliano Zapata como Pancho Villa (caudilho do norte), foram os únicos líderes revolucionários que não se corromperam pelo poder (até onde estudei lógico). Então esse quadrinho me chamou a atenção só pela capa.
Mas ai comecei a ler e de cara já gostei muito da arte. É um desenho bem estilizado, em preto e branco hachurado. Esse tipo de arte na minha opinião combina muito com quadrinhos. E tem referências de fotos reais.
A historia é contada do ponto de vista de um dos companheiros de luta de Zapata, conhecido como brasilenõ, um índio que vivia na comunidade de Belo monte, que foi destruída pelo exército brasileiro, episodio que ficou conhecido como a guerra de canudos. Ele saiu de canudos e foi até o México onde encontrou Zapata e a partir daí começou a seguir Zapata. Mas até onde eu sei esse personagem é fictício.
Então depois de muito tempo por conta de algumas situações, ele volta procurar por Zapata e nessa caminhada ele encontra algumas dificuldades, mas também alguns amigos e um em especial que vocês vão ver quando ler.
E conforme a historia vai progredindo, vai sendo mostrado alguns momentos da revolução. Até que a historia chega no ponto do espírito da revolução que é a luta pela liberdade que com o passar do tempo perdeu a sua força, mas que ainda vive nos corações de muitos. Leiam porque é muito bom esse quadrinho.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
QUEM (AINDA) LÊ QUADRINHOS?
Você lê quadrinhos? Quantas pessoas você conhece,
pessoalmente, que lê obras da nona arte? Vale qualquer estilo: comics, mangá,
europeu... Já que está lendo este texto, provavelmente você deva ser um apreciador
do universo nerd. Mesmo assim, arrisco dizer que dificilmente você conheça
pessoalmente alguém que leia quadrinhos ultimamente. O mais triste é que talvez
nem mesmo VOCÊ ande lendo nada recentemente!
Aprendi a ler com 7 anos através dos quadrinhos da Turma da
Mônica. Nessa época eu ganhava alguns formatinhos da turminha de vez em quando.
Era comum encontrar esses gibis da Turma da Mônica e da Disney na casa de
amigos dos meus pais onde viviam crianças. Hoje não se vê mais isso. Muito
raramente vejo alguma criança tendo algum contato com os quadrinhos, sendo sempre
atraídas pela TV, internet, games, tablets e celulares.
Durante a minha adolescência era comum comprar alguns
formatinhos de super-heróis (geralmente os da Marvel, lançados pela editora Abril).
Eu costumava comprar alguns e depois emprestava para os meus amigos, que também
me emprestavam outros e assim sempre estávamos lendo alguma coisa. No início da
minha vida adulta a coisa começou a mudar, pois só aqueles que se assumiram
como nerds continuaram lendo.
E aí chegou a internet. Apesar de facilitar o acesso aos
quadrinhos através de scans, aos poucos fui atraído por outras coisas da web
como redes sociais, jogos, serviços de streaming, RPG, vídeos, podcasts, entre
outras coisas. Fui perdendo o hábito de ler quadrinhos e abandonei a nona arte
por anos. Um dia eu vi um formatinho do Seninha de bobeira na hora em que ia
usar o banheiro e levei ele para ler. Assim acabei recuperando o hábito de ler
quadrinhos, apesar de hoje em dia a frequência ser bem menor que antes.
Atualmente estou relendo meus quadrinhos, como Dragon Ball,
Holy Avenger e Rurouni Kenshin (Samurai X). Recentemente ganhei de presente da
minha esposa o Cavaleiro das Trevas (versão definitiva) e a mini série Marvels.
Foram ótimas aquisições por serem grandes clássicos e sei que um dia vou querer
reler novamente. Não ando comprando nenhum quadrinho, mas se um dia sair algum
lançamento que realmente me interesse, pretendo voltar a comprar algum título
regularmente. Também estou de olho na internet, pois pretendo comprar mais
clássicos quando estiverem com um bom preço.
Se você lê quadrinhos, espero que continue. Se por acaso
parou de ler, considere voltar a apreciar a nona arte, pois ela está cheia de
obras maravilhosas.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
OS AGENTES RECOMENDAM #3
SAND LAND
Por Agente CTS
E aí manos e minas, beleza?
Desta vez vou falar de um quadrinho
desconhecido. Sand Land é um mangá de Akira Toryama (sim, aquele do Dragon Ball
Z que você já sabe quem é e, por isso, não preciso ficar falando sobre ele, o
que me faz perguntar por que ainda estou escrevendo isto...).
Sand Land se passa em uma realidade onde a superfície terrestre foi reduzida a uma pequena extensão de deserto, e a humanidade acaba ficando isolada nela. Para piorar, o único rio remanescente acabou secando. Toda água potável passou a ser distribuída por um rei muito suspeito, que virou o proprietário da única fonte existente. Esse rei ganha muito dinheiro com a venda de água. Certo dia, um xerife chamado Lao vai até um local habitado por demônios pedir ajuda. Ele acredita que exista uma fonte em algum lugar do deserto. Lao é recebido pelo príncipe Beelzebub. Depois de conversarem, os dois chegam a conclusão de que ambos podem ser beneficiados caso a fonte realmente exista. Assim, Beelzebub, junto com outro demônio chamado Thief, acompanham Lao em sua jornada, em meio a muitos perigos e revelações.
Sand Land se passa em uma realidade onde a superfície terrestre foi reduzida a uma pequena extensão de deserto, e a humanidade acaba ficando isolada nela. Para piorar, o único rio remanescente acabou secando. Toda água potável passou a ser distribuída por um rei muito suspeito, que virou o proprietário da única fonte existente. Esse rei ganha muito dinheiro com a venda de água. Certo dia, um xerife chamado Lao vai até um local habitado por demônios pedir ajuda. Ele acredita que exista uma fonte em algum lugar do deserto. Lao é recebido pelo príncipe Beelzebub. Depois de conversarem, os dois chegam a conclusão de que ambos podem ser beneficiados caso a fonte realmente exista. Assim, Beelzebub, junto com outro demônio chamado Thief, acompanham Lao em sua jornada, em meio a muitos perigos e revelações.
Sand Land foi escrito e desenhado em 2000,
depois de Dragon Ball. Se compararmos os desenhos dos dois, o de Sand Land está
bem melhor, talvez porque Toryama teve prazos maiores para desenha-lo. O
roteiro está ótimo, abordando temas militares, sociais, morais e aprofundando
os personagens, tudo isso em meio a mistérios e reviravoltas. É uma obra de boa
qualidade, onde o humor e a criatividade impar do autor nos conquista com
situações e personagens divertidos.
sábado, 27 de janeiro de 2018
DICA DE LEITURA #5 ALIVE
Por Agente DPC
Iae pessoal, tudo na paz?
Vamos para mais uma dica de leitura. Mais um lançamento da panini, o mangá Alive.
O mangá é escrito por Tsutomu Takahashi, mais conhecido pela sua obra Jiraishin.
Nessa mangá temos a historia de Tenshu Yashiro que é condenado a morte por matar três homens que estupraram sua namorada.
Mas no dia da sua condenação pessoas de uma organização o livram da morte, mas ele é levado para um lugar onde fica com outro ex-condenado. Ele se livrou da morte, mas ganhou uma segunda condenação.
Durante essa experiência em outro lugar Tenshu passa por algumas situações complicadas, afinal ele esta confinado em uma sala com um assassino e a organização os observa o tempo todo. Mas quando você pensa que a historia não terá mais nada de diferente acontece outra situação que explica o plot principal. A partir daí começamos a entender o que esta acontecendo e vemos o climax da historia.
Não é nada tão diferente ou genial, mas é uma historia que te deixa curioso e te leva até o final. Vale a pena a leitura.
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
DICA DE LEITURA #4 A PIADA MORTAL
Por Agente DPC
Iae pessoal, tudo na paz?
Vamos falar um pouco sobre a piada mortal, um quadrinho escrito por Allan Moore, um mito dos roteiristas de quadrinhos.
Muito já foi falado sobre essa historia, ela foi publicada em março de 1988. Então de lá pra cá muitas pessoas já fizeram resenhas sobre ela, mas como li recentemente vou falar o que eu achei.
Esse quadrinho é considerado um clássico e trás um historia pesada. Nesse quadrinho o coringa rouba a cena. Basicamente em toda a historia o coringa tenta provar para o batman que todos podem ficar igual a ele, basta ter um dia muito ruim. Para isso ele tenta atacar o comissario Gordon, que é considerado um exemplo de cidadão que segue as leis.
Barbara Gordon, a filha do comissario, tem uma importância enorme para a historia, se bem que na animação ela é melhor inserida no enredo do que no quadrinho. Na animação mostra todo o envolvimento que ela tem com o batman e também ela trabalhando como batgirl.
Nesse quadrinho também mostra uma possível origem do coringa.
Esse quadrinho é realmente muito bom, mas creio que pra época ele foi muito mais forte e pra quem ler agora não será tão pesado quanto na data do lançamento, até porque o nivel de violência na nossa sociedade atual ta ficando cada vez pior. Mas na época deve ter sido bem impactante.
É isso, espero que gostem. Você pode encontrar esse quadrinho para leitura online. Recomendo a leitura. Se você for um iniciante no universo dos quadrinhos comece pelos clássicos e a piada mortal é uma boa escolha.
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